segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Needle Free Insulin Delivery from PICOSULIN

Veja isso que saiu no medgaget:




Needle Free Insulin Delivery from PICOSULIN: "



Amy Tenderich from DiabetesMine spoke with Thierry Navarro, co-founder of PICOSULIN, a Geneva, Switzerland company developing a patch and an insulin pump with an unusually open R&D process.



A snippet:



"We think differently from the traditional way of keeping R&D secret. We have perfected our technology, and we're disclosing the benefits. Now we want to try to get feedback from all the over world. We're using a website survey to capture input from Europe, Asia and the US, " Thierry says.


Here's more about the technology from the product page:



The simplicity of the system is based on the use of a plastic micro pump which is connected to an ultra precise mechanical system (patent pending) capable of delivering a bolus of 25nl (0.0025U) that is 20 times more precise than any of the existing competing patches on the market which deliver 500nl (0.05U).



What’s more, the micro pump uses a volumetric pump mechanism capable of aspirating insulin directly from any type or brand of PenFill cartridge.



Performance aside, it has the major advantages of its very small size and modular design: the “PicoPatch” is a wearable patch only 0.59 inches (15 mm) thick, loaded with a standard PenFill cartridge containing 3ml of insulin.



Read the interview with more details at DiabetesMine...



Link: PICOSULIN...





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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Deu no blog da SBD - Os ovos do Chef - Anamaria Rossi

Reproduzo a postagem do Blog da SBD, onde se fala sobre o preparo de ovos. Os ovos não são indicados para todos, mas, para aqueles que podem utilizá-los em sua dieta, aí vai um breve relato de como fazê-los ao melhor modo:



Os ovos do Chef - Anamaria Rossi: "

“Nunca vi nada tão perfeito!” É Doñana já abrindo minha geladeira em busca de uma Coca Zero. Ela falava dos ovos – duros, moles, poché e fritos – preparados pelo professor na aula de ontem. “Agora posso dizer que não sei cozinhar um ovo!”


A coitada não logrou mais que 50% de êxito nas duas horas que passou na aula de hoje tentando imitar o Chef. Talvez por isso tenha me obrigado a passar todo o nosso encontro repassando os ensinamentos – haja Coca Light!


Ovos cozidos com casca


Os ovos devem ser frescos, senão dá tudo errado.

A água deve ter sal (descoberta número 1: o ovo é poroso!) e vinagre (isso minha mãe já me ensinou: coagula a clara em caso de rachaduras).

Detalhe: o sal só deve ser adicionado depois que a água ferver, para não impedir a fervura.

Há três estágios de cozimento, que devem ser rigorosamente medidos no relógio:

Os ovos do Chef


Ovos moles comidos na casca: deixar por 4 minutos na fervura; colocar imediatamente em água fria; quebrar a tampinha com uma colherinha, temperar e comer.



  1. Ovos moles comidos sem casca: deixar por 5 minutos e meio na fervura, e mais 30 segundos fora da fervura, antes de mergulhá-los em água fria; descascar e servir. Ao cortá-los, a gema deve estar cozida mas mole.

  2. Ovos duros: deixar por 11 a 12 minutos na fervura; mergulhar em água fria; descascar e comer. A gema deve estar cozida e toda amarelinha. Se ficar mais escura nas bordas é porque passou do tempo.


Ovos poché



  • Usar uma panela pequena com cabo.

  • Ferver a água com um pouco de vinagre e sem sal (descoberta número 2: o sal provoca a desintegração da clara!).

  • Quebrar o ovo num recipiente de porcelana, de preferência frio.

  • Com uma mão, inclinar a panela em 45 graus; com a outra despejar o ovo delicadamente, deixando-o deslizar pelo recipiente de porcelana já quase dentro da água (quanto menor a distância, mais inteiro ficará o ovo). Cuidado com os dedos!

  • Retirar a panela do fogo e, com as costas de uma colher, empurrar delicadamente a água em direção à clara, de modo que a clara envolva a gema, selando-a.

  • Selada a gema, mover o ovo com a colher na água quente, virando-o, até que a clara esteja cozida e a gema continue mole (testar com o dedo). Se preciso, voltar ao fogo rapidamente.

  • Retirar o ovo com uma escumadeira e colocar imediatamente em água fria. Escorrer em papel absorvente.

  • Antes de servir, usar uma concha para aquecer o ovo novamente em água fervente e sem sal. Temperar e servir. A clara deve estar firme e a gema deve escorrer ao cortar.


Ovos fritos


Agora é que são elas!


O processo é o mesmo do ovo poché, mas ao invés da água teremos óleo fervente. Portanto, cuidado!


Os ovos do Chef_2




  • Usar uma panela pequena com óleo até um pouco menos da metade.

  • Quebrar o ovo num recipiente de porcelana. Nada de sal.

  • Quando o óleo estiver bem quente, desligar o fogo. A temperatura estará ideal se, ao desligar, o óleo esfumaçar.

  • Com uma mão, inclinar a panela em 45 graus; com a outra, deslizar o ovo do recipiente de porcelana no lado oposto ao óleo quente (se fizer diferente vai se queimar, porque o ovo faz o óleo levantar fervura).

  • Com as costas de uma escumadeira encapada com papel alumínio, e a máxima delicadeza que conseguir, movimentar o óleo quente empurrando a clara, de modo que ela se feche em torno da gema como uma trouxinha. O segredo é segurar a clara, com a própria escumadeira, na posição em que ela deve ficar.

  • Virar o ovo no óleo quente, com a escumadeira, de modo que ele fique dourado por igual. Retirar e escorrer em papel absorvente. Temperar e servir imediatamente. Ao cortar, a gema deve estar mole e escorrer, como no ovo poché.



E ainda tem os omeletes! Mas é humanamente impossível descrever aqui o que Doñana me explicou – se é que eu entendi. Vou pedir a ela para gravar essa parte da aula na próxima vez.


E eu que passei a vida toda acreditando que cozinhar um ovo era a coisa mais fácil do mundo…


Fotos: Anamaria Rossi

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